Podemos começar com o tamanho do mercado. O ano de 2003 terminou com a importação de vinhos chegando a 68,5 milhões de dólares (valores da época, não atualizados). Em 2022, mesmo com a retração em relação ao ano anterior, foram 447 milhões de dólares, pelos dados do mercado. Vinte anos atrás, os rótulos chilenos já lideravam o ranking, mas não com a supremacia atual. O mercado era mais pulverizado, com o Chile com 23,6%, seguido de perto pela França, com 19,8%, e pela Itália, com 19,3%. Argentina e Portugal vinham a seguir com pouco mais de 14% cada um. Atualmente, o país andino é líder absoluto, com 41% do total de rótulos importados pelo Brasil. Em segundo lugar está a Argentina, com 18,3%. Portugal, com 15,5%; Itália, com 8,6%, e…
