A sabedoria popular diz que “comemos com os olhos” e um dos principais convites à gula se dá por meio das cores, que associamos aos sabores e à qualidade da comida. Afinal, que graça teria uma gelatina de limão se fosse transparente?
Mas, em confeitaria, as cores são aliadas da criatividade. Sem elas, seria impossível transformar as ideias em esculturas quase reais. “O uso industrial dos corantes começou no fim do século 19 e início do 20, mas não havia separação entre o pigmento usado nas comidas e aquele que daria vida às roupas”, conta Fernando Giannini, engenheiro químico especialista em corantes alimentícios e diretor da Mix Indústria de Produtos Alimentícios Ltda., de São Bernardo do Campo, SP.
Cor e luz
A luz apresenta características próprias que foram, convencionalmente, chamadas…