No início dos anos 1970, havia mais de 20 aeronaves bimotoras a pistão produzidas por pelo menos cinco fabricantes diferentes. Em quatro décadas, as vendas caíram, assim como o número de modelos novos disponíveis. Naquela época, os bimotores compensavam o custo superior com uma redundância de sistemas para voo IFR, radar meteorológico, maior payload e a segurança (algumas vezes mais psicológica que real) do segundo motor. Nos últimos anos, porém, os monomotores se beneficiaram de novas tecnologias, especialmente o uso de materiais compostos, substituindo o tradicional alumínio, que resultaram em substanciais ganhos de eficiência aerodinâmica e redução de peso. A tendência parecia irreversível, até a chegada de uma nova geração de bimotores a pistão, encabeçada por modelos como austríaco Diamond DA62, que acaba de chegar ao Brasil, com preço FOB…